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 Notícia


2006-03-03 13:55:16

Bento XVI em visita á Rádio Vaticano, voz da Santa Sé e do Senhor"
A Rádio Vaticano ao serviço da verdade, da paz e da reconciliação, e instrumento de diálogo entre credos e culturas: Bento XVI na visita à sede da Emissora da Santa Sé,sexta feira 3 de Março.
No mundo dos meios de comunicação existem “vozes contrastantes” no que diz respeito à Igreja e para isso é importante que exista uma voz como a Rádio Vaticano, que “deseja colocar-se ao serviço da verdade”: afirmou Bento XVI, na visita que realizou, nesta sexta-feira de manhã, à sede da nossa Emissora, na celebração dos 75 anos da sua fundação.
Bento XVI decidiu visitar as instalações da Rádio Vaticano, assinalando assim o 75º aniversário da emissora. No decorrer desta visita, o Papa percorreu os vários corredores, escritórios e estúdios onde trabalham as cerca de 400 pessoas e benzeu uma placa em memória do Cardeal Woytjla, colocada no estúdio onde era costume ser entrevistado pelo programa polaco.
Em declarações improvisadas, neste momento, assim se exprimiu o Papa, dirigindo-se a todos os nossos ouvintes:
“Queridos irmãos e irmãs, saúdo cordialmente todos os ouvintes da Rádio Vaticano e desejo-vos paz e alegria no Senhor. É para mim uma grande alegria estar hoje aqui. Sabemos que há 75 anos Pio XI inaugurou a Rádio Vaticano e deu uma nova voz à Santa Sé, melhor ainda, à Igreja e ao Senhor, uma voz com a qual se podia realmente dar cumprimento ao mandato do Senhor, ‘anunciai o Evangelho a todas as criaturas, até aos confins da terra.
Ao mesmo tempo, vejo que nestes 75 anos, muito se aperfeiçoou a técnica, de modo cada vez mais sofisticado, de tal modo que a voz da Rádio Vaticano pode hoje chegar a todas as partes do mundo e a tantas casas, e como foi sublinhado, sobretudo na reciprocidade, não só falando, mas aceitando as respostas do diálogo, para compreender e responder, e para construir assim a família de Deus. Parece-me que o sentido de um meio de comunicação como este é ajudar para que se construa esta grande família que não conhece fronteiras na multiplicidade das culturas e das línguas. Todos são irmãos e irmãs e são assim uma força de paz.
A quem me escuta neste momento, quereria fazer votos de que se possam sentir efectivamente envolvidos neste grande diálogo da verdade: no mundo dos meios da comunicação não faltam também, como sabemos, vozes contrastantes, de tal modo que é importante que exista esta voz que quer colocar-se ao serviço da verdade, da paz e da reconciliação do mundo.
Faço votos de que os colaboradores (da Rádio Vaticano) possam ser construtores de paz. Agradeço por tudo o que fazeis dia a dia (e mesmo noite após noite). E faço votos de que os ouvintes se tornem testemunhas da verdade, levando a paz ao mundo”.

O Papa percorreu depois as diversas secções da Rádio Vaticano, nos diferentes andares do edifício, para cumprimentar pessoalmente os jornalistas, técnicos e responsáveis das muitas redacções linguísticas.
Na capela, Bento XVI deteve-se num breve momento de oração…

Finalmente, numa breve sessão que teve lugar na Sala Marconi, o Papa, depois de duas saudações que lhe foram dirigidas uma por um leigo, em nome do pessoal, e outra pelo padre Frederico Lombardi, director da Emissora, pronunciou um discurso.
Começando por agradecer todos os presentes, que, de um ou de outro modo, colaboram na Rádio Vaticano, Bento XVI dirigiu uma especial saudação ao Padre Kolvenbach, Prepósito Geral da Companhia de Jesus, agradecendo “pelo serviço que desde as origens da Rádio Vaticano os Jesuítas prestam à Santa Sé, fiéis ao carisma inaciano de plena dedicação à Igreja e ao Romano Pontífice”.
Evocando a modéstia da primeira estação Rádio Vaticano, sugeridas pelas imagens de há 75 anos, o Papa observou que “Guilherme Marconi conhecia porém que a estrada aberta pela ciência e pela técnica haveria de influir profundamente na vida da humanidade”. Neste contexto, Bento XVI evocou a grandes traços a história da nossa emissora nestes 75 anos de existência, desde 1931, a partir de Pio XI:
“Também o meu venerando predecessor Pio XI estava bem consciente da importância que o novo instrumento de comunicação, de que a Igreja se estava a dotar, iria ter para a difusão do magistério pontifício no mundo. A sua primeira rádio-mensagem, que a 12 de Fevereiro de 1931 inaugurou a história da vossa emissora, dirigia-se com original solenidade “a todas as gentes e a cada criatura”.
Recordadas, no que diz respeito a Pio XII, as “palavras de conforto e as apaixonadas advertências à esperança e à paz” que através da Rádio Vaticano o Papa Pacelli “pôde fazer ouvir a todos os povos” com “as suas históricas rádio-mensagens”.
“E quando o comunismo estendeu o seu domínio a diversas nações da Europa central e oriental e a outras partes da Terra, a Rádio Vaticano multiplicou os programas e as línguas de transmissão, para fazer com que chegasse às comunidades cristãs oprimidas por regimes totalitários o testemunho da proximidade e da solidariedade do Papa e da Igreja universal”.
Com o Concílio Vaticano II, tomou-se ainda mais consciência da importância que os instrumentos da comunicação teriam na difusão da mensagem evangélica, incrementando a Rádio Vaticano, com modernos meios técnicos, uma programação… cada vez mais rica. E hoje em dia, graças às mais avançadas tecnologias (em particular satélites e Internet), esta emissora pode agora produzir programas… retransmitidos por numerosas emissoras de todos os continentes).
Quase a concluir o discurso pronunciado nesta sua visita à sede da Rádio Vaticano, Bento XVI convidou todos os que aqui trabalham a invocarem o Senhor com as palavras escritas na respectiva fachada principal: “Assiste-nos, ó Cristo, e inspira as fadigas daqueles que combatem pelo Teu nome”
“Sim! A vossa è a ‘boa batalha da fé’, segundo as palavras do apóstolo Paulo, para difundir o Evangelho de Cristo. Esta consiste, como se lê no vosso Estatuto, em ‘anunciar com liberdade, fidelidade e eficácia a mensagem cristã e ligar o centro da catolicidade com os diversos países do mundo. Difundindo a voz e os ensinamentos do Romano pontífice; informando sobre a actividade da Santa Sé; fazendo-se eco da vida católica no mundo; orientando na ponderação dos problemas do momento à luz do magistério da igreja e em permanente atenção aos sinais dos tempos”.
A Rádio Vaticano transmite programas em quarenta idiomas e conta com quatrocentos empregados. Ainda hoje, a emissora oferece um serviço fundamental para as comunidades católicas isoladas ou que sofrem perseguição religiosa, permitindo-lhes participar espiritualmente em actos de culto, através da transmissão de programas litúrgicos.
A emissora dá, segundo o Papa “uma voz à Santa Sé e ao Senhor”, bem como “numa bela reciprocidade, dá a palavra aos ouvintes”.
A Rádio Vaticano comemora 75 anos de actividades em 2006.
Para comemorar estes 75 anos, os correios do Vaticano começam a partir de amanhã a utilizar um carimbo especial. O carimbo apresenta o número 75 e a inscrição "Inauguração da Rádio Vaticano".
A emissora radiofónica da Santa Sé (www.vaticanradio.org) apresenta-se como “um instrumento de comunicação e evangelização”, ao serviço do Papa. A sua sede é no Estado da Cidade do Vaticano e a sua missão é “anunciar, com liberdade, fidelidade e eficácia, a mensagem cristã”.
A sua programação, em diversas línguas, difunde informações de actualidade eclesial e religiosa, tendo em conta também a actualidade política, social e económica, “para ajudar os cristãos a ler os sinais dos tempos”.
A Rádio Vaticano fornece, ainda, colaboração às dioceses e Conferências Episcopais no que diz respeito à sua actividade no sector da radiodifusão.
A Santa Sé confia a condução da Rádio Vaticano à Companhia de Jesus.

antonio pinheiro

 

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